História da Igreja (Pt 1) Período Antigo

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História da Igreja Antiga

Sustentada pelo Espírito Santo a Igreja peregrina como estrangeira pela Terra. Sua História se entrelaça a História da humanidade, pois tanto uma quanto outra convivem no mesmo tempo. A primeira como serva e amiga da segunda. É importante lembrar que essa instituição querida por Deus e nascida do peito aberto de Seu Filho está no mundo como fermento na massa, e se fazendo presente no meio dos homens se configura como sacramento do Reino de Deus (Cf. LG 1). Ela é um Mistério muito mais invisível que visível e, ainda que experimente alguns percalços no meio do caminho, mantém-se santa e imaculada, pois é purificada por Cristo (Cf. Ef 5, 25-27).

Tendo isso aos olhos, é com alegria que o Areópago disponibiliza a primeira parte da história dessa Igreja (História da Igreja Antiga). Mais três partes se juntarão a esta: Período Medieval, Moderno e Contemporâneo, totalizando 4 partes que englobam toda a história eclesiástica. Nosso intuito é fazer com que o percurso da Igreja neste mundo seja conhecido e, ao passo que se torne conhecida, ela seja cada vez mais amada, pois é impossível “querer amar Cristo sem amar a Igreja” (EM 16).

Boa leitura! (Ou se preferir, assista diretamente ao vídeo que preparamos no final deste artigo)


“Dito isto, foi elevado à vista deles, e uma nuvem o ocultou a seus olhos. Estando a olhar atentamente para o céu, enquanto ele se ia, dois homens vestidos de branco encontraram-se junto deles e lhes disseram: ‘Homens da Galileia, por que estais aí a olhar para o céu? Este Jesus, que foi arrebatado dentre vós para o céu, assim virá, do mesmo modo como o vistes partir para o céu’”.

At 1,9-11

E foi assim que a aventura começou, com a proposta de anunciar a Boa Nova de Jesus a todas as gentes, até os confins do mundo; já sem a presença física do Verbo, Jesus, que subiu aos céus, mas impulsionados pela força do mesmo Deus, agora na terceira pessoa, com a vinda do Espírito Santo em Pentecostes. Essa é a configuração da Igreja, que não surge porque Jesus foi embora ou porque não retornou, mas a Igreja nasce justamente porque o ressuscitado não foi embora. É a presença e não a ausência de Jesus ressuscitado o que torna possível a Igreja. (RICHARD, Pablo, 1999)

O evento Pentecostes foi o combustível necessário para que os apóstolos não engavetassem o projeto do Nazareno. Antes do encontro com o ressuscitado, as portas estavam trancadas por medo dos judeus. Mas depois da descida do Espírito Santo, Pedro, o líder, converteu mais de três mil pessoas em um único e afiado discurso em praça pública. Estava claro que agora o protagonismo da missão se encontrava diretamente ligada aos doze e a quem mais se juntasse nessa novidade.

Expansão do cristianismo

A mensagem de Jesus era e é convincente, sobretudo quando acompanhada pelo testemunho de vida de quem a anuncia. Os apóstolos tinham essa autoridade, por isso mais e mais pessoas eram acolhidas na primeira comunidade que nascia ali em Jerusalém. Todos partilhavam dos mesmos princípios que eram transmitidos pelos apóstolos, assim como na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações coletivas. O grupo gozava da simpatia do povo (At 2,42ss). Vale dizer que havia grande adesão de mulheres que, antes, eram tolhidas em seus direitos mais básicos nas diferentes realidades da época. Elas encontravam no seio dos cristãos um espaço até então inexistente, de igualdade; participavam lado a lado com os homens na evangelização. Dentre estas mulheres há referências a algumas, tais como a diaconisa Febe e Júnia – esta última considerada apóstola por Paulo (Rm 16,1.7).

Ao passo que a comunidade crescia em adeptos, crescia também as demandas de trabalhos, tanto na pastoral quanto no social. As responsabilidades precisavam ser divididas. Para isso os apóstolos – configuração dos futuros bispos da Igreja – escolheram pessoas engajadas na missão para ajudarem, sobretudo no social: os diáconos (At 6,1-6). Sendo papel dos presbíteros (anciãos ou maduros na fé) cuidar das várias comunidades nascentes (At 14,23). Eis aí o arquétipo hierárquico da Igreja desde então.

Em princípio os apóstolos estavam ocupados na evangelização aos judeus, ainda com a perspectiva de que a Boa Nova tinha como destinatário, único e exclusivo, os filhos da promessa (Israel). Entretanto essa realidade muda radicalmente quando neo-convertidos – judeus de origem helênica – passaram a pregar Jesus Cristo também aos pagãos. Opa! Aqui começa uma novidade, no mínimo, complicada, que vai merecer a primeira grande reunião da Igreja: o Concílio de Jerusalém.

O concílio reuniu os apóstolos, alguns novos adeptos e Paulo, que de perseguidor passou a ser o grande apóstolo missionário. Além da partilha sobre o desenvolvimento das missões, a pauta central era validar (ou não) o anúncio do Evangelho também aos pagãos, sem a necessidade de estes passaram, antes, pelas práticas religiosas judaicas. Foi um belo debate, com votos a favor e contra, mas que, no final – e com pequenas restrições – o Concílio decidiu que a mensagem de Jesus Cristo é para todos, judeus ou não.

As perseguições contra Cristo

A expansão do cristianismo pelo território do Império Romano não se deu sem dificuldades. Entre essas dificuldades a maior sem dúvidas foi representada pelas perseguições, a princípio promovidas pela comunidade judaica e posteriormente pelo próprio Império.

No início a Igreja cristã estava inserida no seio da comunidade judaica, aliás a esmagadora maioria dos cristãos da primeira hora eram judeus[1]. Contudo, se por um lado os cristãos gozavam da simpatia do povo, por outro eram mal vistos pelas autoridades religiosas, considerados hereges, isto é, traidores da verdadeira Fé. Por essa razão, o cristianismo, tratado como seita judaica, foi perseguido numa tentativa de supressão.

Muitas são as passagens no Novo Testamento que atestam esses ataques aos cristãos. Não esqueçamos que após a morte do Senhor os discípulos se refugiaram em recinto trancado “por medo dos judeus” (Jo 20, 19.). Nos Atos dos Apóstolos são relatados vários exemplos: a prisão de São Pedro, a execução de São Tiago Maior, o apedrejamento de Santo Estevão. Mesmo São Paulo, o qual se tornaria um grande propagador do Evangelho, promoveu perseguições contra os cristãos, com a bênção do Sumo Sacerdote.

Durante o processo de expansão houve também atritos com os pagãos (At 19, 21ss). Entretanto, foi apenas no ano de 64 d.C. que surgiu a primeira grande perseguição aos cristãos promovida pelo Império romano e por seu governante máximo, Nero. O imperador acusou os discípulos de Cristo de serem culpados pelo incêndio que devastou a terça parte de Roma. Nero agiu assim pois procurava se eximir da responsabilidade e por pretender direcionar a pressão e revolta dos romanos para alguém que não fosse ele próprio (DANIEL-ROPS, 2014).

Entre as justificativas apresentadas para fustigar os cristãos, somavam-se acusações de orgias, ódio à humanidade e ateísmo (PIERRARD, 1982). Os adeptos do cristianismo eram considerados ateus, pois se negavam a cultuar os ídolos pagãos impostos pelo Império – diferentes dos judeus que eram dispensados desta obrigatoriedade.

Houve outras grandes perseguições e várias outras de menor expressão que tiveram lugar em regiões específicas. Havia um princípio que baseava a repressão ao cristianismo: christianos esse non licet[2]. Essa realidade hostil é manifestada no livro do Apocalipse, no qual uma Besta Fera, cheia de nomes blasfemos, põe-se a fazer guerra contra os santos (Ap 13, 7). No século III as perseguições serão terríveis e justificadas pela recusa dos cristãos em queimarem incenso ao imperador. Todavia, por mais que sangue cristão fosse derramado, a Igreja crescia e se fortalecia. Tertuliano, importante teólogo, dirá que o sangue dos mártires é semente de novos cristãos.

Ao longo de três séculos professar o nome de Cristo se configurou em perigo real. A sobrevivência do Evangelho se deu a duras penas e graças à perseverança dos justos.

Alexandria e Antioquia: escolas de Teologia

Uma das consequências da propagação do cristianismo pelos quatro cantos do mundo foi o seu contato mais intenso com o pensamento e cultura greco-romanos. Esse contato exigiu que a própria Teologia cristã desse respostas para as perguntas que lhe fazia a reflexão filosófica. Não é por acaso que o Evangelho segundo São João começa falando sobre o Logos (Verbo), esse era um dos temas mais apreciados no pensamento dos eruditos da época.

Esse esforço para sistematizar os dados da Fé deram origem a diversas escolas teológicas. Por escolas não nos referimos a lugares onde alunos iam ter aula, mas a correntes de pensamentos que se assemelhavam por algumas características. As duas principais escolas teológicas da Antiguidade foram as de Alexandria, no Egito, e a de Antioquia, na Síria. A primeira contou com nomes como Orígenes, Clemente, São Dionísio e Santo Atanásio, enquanto a segunda possuiu teólogos da estatura de São Luciano Samósata, São João Crisóstomo, Diodoro de Tarso e Teodoro de Mopsuéstia (BOGAZ, COUTO e HANSEN, 2008).

As duas escolas se distinguiam pelos métodos aplicados para a leitura das Sagradas Escrituras e para a reflexão teológica. Enquanto a escola de Alexandria utilizava uma abordagem alegórica[3] e mais afinada com a filosofia grega, a escola antioquena fazia uma interpretação mais literal e histórica dos textos sagrados, muitas vezes aplicando a tipologia[4] aos textos do Antigo Testamento.

Serão principalmente essas duas correntes que sistematizarão a Fé católica e darão as bases teológicas dos grandes debates que ocorrerão no seio da Igreja nos primeiros séculos. Entre esses debates o mais intenso, acalorado e importante será: Jesus de Nazaré é Deus ou uma criatura Dele?

O padre Ário e a sua heresia acerca de Jesus

O incrível encontro entre a fé e a razão enriquece a doutrina cristã de sentido, porém as falsas teorias acabavam dividindo opiniões e confundindo as pessoas. Até uma das bases mais sólidas à fé foi questionada: Jesus é mesmo Deus?

O dono desta pergunta foi um padre de Alexandria, Ário, que começou a ensinar, por volta do ano de 320, que Jesus possuía apenas uma divindade subordinaria ao Pai, por isso mesmo não era Deus, mas criatura de Deus. Damos o nome de Arianismo à esta heresia. Para Ário, somente o Pai era Deus, o Verbo (Jesus) seria uma espécie de semideus, criado para servir de instrumento na criação do universo. Uma suposição descabida, rechaçada por qualquer fiel de nossa época, não é mesmo? Mas naquele tempo foi uma proposta necessária e passível de se acreditar, tanto que contou com o apoio de parte do clero e de vários fiéis.

Ário foi advertido, condenado e expulso da Igreja de Alexandria pelo seu pensamento. Mas no exílio consegue captar a confiança de Eusébio, bispo de Cesaréia, e de outro importante Eusébio, bispo de Nicomédia – este último era conselheiro influente de Constança, esposa de Licínio e irmã de Constantino, recomeçando a propaganda das próprias ideias. (PIERINI, Franco, 1998)

Concílio de Nicéia: Fim das divisões ou início delas?

Sabe aquele “Creio grande” (Credo Niceno-Constantinopolitano) que às vezes rezamos na Santa Missa? Então, ele começou a ser formulado no Concílio de Nicéia. E agora você pode estar em dúvida sobre a palavra “Concílio”. Lembra do Concílio de Jerusalém que vimos há pouco? O princípio é o mesmo: Concílio é uma reunião que a Igreja faz para promover a reconciliação de seus filhos, caso esses estejam divididos por alguma razão e assim restaurar a unidade. No entanto será em Nicéia – atual Turquia – que acontecerá aquele que é considerado o primeiro grande concílio da história da Igreja, no ano de 325 d.C.

Como vimos anteriormente, o tema controverso que dividia a Igreja naquele momento era a questão ariana. Tal era a efervescência deste assunto que Santo Atanásio chegou a dizer que até quando se ia ao açougue era necessário responder perguntas relacionadas à natureza de Cristo (MAGALHÃES, 2018).

Pois bem, a problemática chegou ao ponto de Constantino (já já falaremos mais dele), receoso que a confusão prejudicasse a paz e a ordem do seu Império, instigou os bispos a se resolverem e acabar com suas divergências. Para isso convocou ele próprio a reunião e a presidiu, emprestando para isso o seu palácio de verão que se localizava em Nicéia. Interessante notar: se hoje parece que a política pauta a reflexão teológica, naquele tempo era a Teologia que podia impactar a política.

Depois de muito debate, agitação, rinha e disputa, foi decidido: Jesus, Verbo Divino que se fez carne, era da mesma essência que Seu Pai, portanto, era “Deus de Deus, Luz da Luz, Deus Verdadeiro de Deus Verdadeiro, gerado e não criado, consubstancial ao Pai”. Pronto, então tudo se resolveu? Infelizmente não. Muitos bispos ficaram descontentes, não abandonaram o arianismo e promoveram divisões reais.

Agora era oficial: existiam os católicos, que ficaram com a decisão do Concílio, e os hereges, que o desprezaram e escolheram o arianismo. Esses dois grupos se revezaram na influência ao imperador. Quando quem governava era mais católico, perseguia os hereges. Quando era mais herege, perseguia os católicos. Por causa dessa alternância, Santo Atanásio, grande responsável pelo triunfo da Teologia católica, foi e voltou do exílio diversas vezes.

Muitos séculos foram necessários para que o pensamento ariano fosse finalmente vencido e para que a Fé católica na Trindade Santa se consolidasse – e isso será visto quando falarmos da Igreja na Idade Média.

Após Nicéia acontecerão muitos outros Concílios. Na Antiguidade essas reuniões ainda terão que resolver dúvidas referentes ao Espírito Santo, à humanidade de Jesus, à maternidade de Maria e mais um bocado de coisas. Durante a história, houve vinte e um concílios na Igreja, o último foi o Concílio Vaticano II, de 1962 a 1965.

A Cristandade

Depois de muita perseguição os cristãos finalmente receberam o direito de existir e de praticar livremente a sua religião. Isso aconteceu depois que Constantino se tornou imperador romano em 312 d.C. Ele havia recebido formação cristã de sua mãe, a qual passou para a história como Santa Helena. E em 313 d.C., Constantino, juntamente com Licínio, assina um documento chamado Édito de Milão, que dizia:

(…) Assim temos tomado essa saudável e retíssima determinação de que a ninguém seja negada a faculdade de seguir livremente a religião que tenha escolhido para o seu espírito, seja cristã ou qualquer outra que achar mais conveniente; a fim de que a suprema divindade a cuja religião prestamos esta livre homenagem possa nos conceder o seu favor e benevolência. (…) E além disso, no que diz respeito aos cristãos, decidimos que lhes sejam devolvidos os locais onde anteriormente se reuniam, sejam eles propriedade do nosso fisco, ou tenham sido comprados por particulares, e que os cristãos não tenham de pagar por eles nenhuma classe de indenização.

ÉDITO DE MILÃO apud PEDRERO-SÁNCHEZ, 2000, pp. 27-28

A partir desse momento haverá uma aproximação cada vez maior entre a Igreja e o Estado, a influência de um sobre o outro será intensa e recíproca, para o bem e para o mal. Haverá, claro, idas e vindas, fortalecimento ou enfraquecimentos de seus vínculos. Podemos citar inúmeros pontos positivos dessa interação, mas não menos pontos negativos. A essa relação praticamente inseparável do religioso com o político, damos o nome de Cristandade.

Ao contrário do que se geralmente imagina, não foi Constantino que tornou o cristianismo a religião oficial do Império romano, essa proeza coube a Teodósio, no ano de 380. Não pense, no entanto, que isso dava a ele poderes absolutos sobre a Igreja. Sua histórica atitude não o impediu de passar o maior carão quando Santo Ambrósio proibiu sua entrada na catedral de Milão, pelo fato de que o imperador havia promovido um massacre contra os tessalonicenses (DANIEL-ROPS, 2014). Tal estreitamento entre Igreja e Estado perdurará por muitos séculos e chegará quase até nossos dias, quando a quase totalidade dos Estados se tornará laica.

Como já foi dito, a conversão do Império ao cristianismo traz alguns benefícios, entre os quais um dos mais importantes é a facilidade de expandir o Evangelho por toda a extensão do território imperial. Missionários puderam se espalhar por toda a parte, agora com a proteção do Estado. Evidentemente o grande prestígio e influência que a Igreja obteve atraiu também olhares cobiçosos, mais interessados em benefícios materiais que espirituais. Para muitos cristãos houve até certo afastamento da centralidade evangélica.

Nas grandes cidades o entrelaçamento do poder temporal ao espiritual era mais intenso. Por essa razão, muitos que desejavam vivenciar um cristianismo mais “puro”, deixaram as cidades e se retiraram para o deserto, fundando as primeiras comunidades monacais, isto é, formada por monges. Essas comunidades serão extremamente importantes na Idade Média, praticamente fundando aquilo que hoje chamamos de Civilização Ocidental.

Se é verdade que a época pós-constantiniana trouxe alguns desvios e certas corrupções, também é verdade que o Espírito suscitou grandes luzeiros para guiar os cristãos. Entre eles podemos citar Santo Atanásio, os Capadócios, São Jerônimo, Santo Ambrósio, Santo Agostinho, Santo Antão, São Leão e tantos outros. Esses grandes santos-teólogos irão dar respostas às novas questões que vão surgir depois que a religião de Cristo passou a exercer sua função na ordem social e política de um império que não era mais pagão, mas que pretendia ser cristão.

Contudo, isso é assunto para outras oportunidades, já no período medieval. Até lá!


Esse artigo foi gravado em vídeo e está disponível no canal do Areópago. Vide abaixo.


Notas
[1] Usamos o termo judeu de maneira genérica para nos referir àqueles que descendiam de do patriarca Isaac. Existe, porém, diferença entre judeus e galileus. Judeus eram aqueles que pertenciam à tribo de Judá e depois à província romana da Judeia. São os judeus que conservam a religião da Aliança entre Deus e Israel.
[2] "Não é permitido aos cristãos existirem".
[3] Leitura que analisa as passagens como símbolos de realidades maiores.
[4] Leitura que vê sinais de Cristo em passagens do Pentateuco, dos Profetas e dos Salmos.
Referências
RICHARD, Pablo. O movimento de Jesus depois da Ressurreição. São Paulo: Paulinas, 1999.
PIERINI, Franco. A idade antiga. Curso de História da Igreja. São Paulo: Paulus, 1998.
BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 2002.
BOGAZ, A. S.; COUTO, M. A.; HANSEN, J. H. Patrística: caminhos da tradição cristã. São Paulo: Paulus, 2008.
CONTITUIÇÃO DOGMÁTICA LUMEN GENTIUM. Concílio Vaticano II, 1964. Disponivel em: http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19641121_lumen-gentium_po.html. Acesso em: 04 ago. 2020.
DANIEL-ROPS, H. A Igreja dos Apóstolos e dos Mártires. São Paulo: Quadrante, v. I, 2014.
MAGALHÃES, J. C. Arianistas. In: FURNARI (ORG.), P. P. As Religiões que o mundo esqueceu: como egípcios, gregos, celtas, astecas e outros povos cultuavam seus deuses. São Paulo: Contexto, 2018. p. 87-102.
PAULO VI. Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi. Santa Sé, 08/12/1975. Disponivel em: http://www.vatican.va/content/paul-vi/pt/apost_exhortations/documents/hf_p-vi_exh_19751208_evangelii-nuntiandi.html. Acesso em: 04 ago. 2020.
PEDRERO-SÁNCHEZ, M. G. História da Idade Média: textos e textemunhas. São Paulo: UNESP, 2000.
PIERRARD, P. História da Igreja. São Paulo: Paulinas, 1982.

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