A religião da Revolução x Catolicismo

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O texto abaixo é o Terceiro Capítulo da pesquisa que o autor realizou na conclusão do bacharelado em Teologia, em 2015, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, sob o tema: O Catolicismo e a Revolução Francesa.


A estrutura profundamente hierárquica da Igreja Católica não combinava com o espírito igualitário da Revolução. Necessário, portanto, acabar com a hierarquia eclesiástica, fazendo nascer uma Igreja democrática e igualitária – pensamento revolucionário. É assim que começou a luta da Revolução contra a Igreja. A fidelidade ao Papa, do clero e dos fiéis, que os legisladores jamais esperavam, criou uma crise de dimensões profundíssimas. Os que prestaram juramento encontraram rejeição dos fieis. Os que se recusam a jurar a lei, designados refratários são rejeitados pelo Poder que a eles veda o exercício do culto e celebração. Também são condenados à deportação pela Assembleia Legislativa em 26 de agosto de 1792, e à morte pela Convenção em 18 de março de 1793. Abandonam a França entre 30.000 a 40.000 padres refratários e quase 3.000 são executados na guilhotina. È a mesma crueldade aplicada quase um ano depois naquela chacina que atingiu “110 crianças com menos de oito anos de idade.” Esta luta não corresponde a nenhum movimento popular nem a nenhuma necessidade política. Corresponde à vitória de um grupo influente de clérigos anti-romanos, jansenistas e galicanos, que se apoiam no jacobinismo mais radicalmente anticristão para fazerem o que julgam ser uma reforma da Igreja: porque em todas as épocas se encontra sempre uma vanguarda da Igreja disposta a ser a retaguarda da História.

Havia dentro da própria Igreja uma discriminação com relação ao poder financeiro. Muitos bispos e abades vivendo de forma luxuosa e extravagante. Havia desigualdade dentro do próprio clero em que os padres que tinham um trabalho pastoral de forma ativa e compromissada recebiam salários modestos inferiores contrastando com rendimentos de outros bem mais polpudos.

As jovens se reuniam para agradecer a Santa Genoveva, como relatamos no início, provavelmente, na Igreja que levava o seu nome. Pois é, esse templo transformou-se no ponto alto parisiense da religiosidade revolucionária, se é que se pode usar a expressão “religiosidade”. Ela era o Panteão dos homens ilustres. Em outras palavras, usando as palavras do historiador, templo onde “tudo será deus, exceto o próprio Deus” dos cristãos, ou mais especificamente, Deus dos católicos que foram perseguidos ferozmente. Desfigurada a França formada pelo Antigo Regime, uma construção ao longo de quinhentos anos, empreendida por cerca de cinquenta gerações, monumento do catolicismo romano. Descontituiu-se uma realidade em nome de uma nova era que fosse pautada pela valorização da racionalidade humana, ideário da secularização inserido no contexto revolucionário francês, mas que ainda hoje se faz presente nas sociedades atuais.

Iluminismo, Culto da Razão x Catolicismo romano

Os homens ilustres homenageados no Panteão foram os expoentes do Iluminismo e os revolucionários de primeira hora, reverenciados não só como líderes, mas como verdadeiros deuses, com direito a bustos e imagens, em substituição aos santos católicos, imagens das estações da via crucis e crucifixos:

Assim, faz sentido essa celebração de Rousseau, Franklin, Voltaire e Mirabeau feita pelos jacobinos em 12 de fevereiro de 1792: “Cidadãos, cidadãs, que hoje reunis neste recinto as imagens reverenciadas desses filósofos, primeiros deuses da liberdade que criaram de pólo a outro do mundo, vós que prestais a sua memória o culto e as homenagens que todo cidadão amigo da igualdade e da humanidade lhes deve, segui vosso caminho, marchai com firmeza e sob a proteção das leis e dos estandartes da liberdade; ensinai, cultivai a moral pura dos Voltaire, dos Rousseau, e assim como Franklin e Mirabeau amai com grande estima a vossa pátria, defendendo-a de todas as investidas dos déspotas: arrancai seus cetros e colocai-os não mãos da razão, a única que deve governar o universo…

SABORIT I.

Essa razão, exaltada no discurso, era representada por uma mulher revolucionária que fora instalada com uma encenação da sua coroação na Catedral de Notre-Dame de Paris, em 10 de novembro de 1793. Certamente, tal atitude deve ter chocado imensamente o povo católico que jamais imaginara tamanha desfeita naquela famosa Catedral, cartão postal católico parisiense. Esse culto da razão fez-se presente de forma exacerbada, pelo que se conclui dos relatos históricos. Era um sistema de crença nas ideias contrárias ao cristianismo, especialmente, contra o catolicismo. Fundamentava-se nos princípios não só do racionalismo, mas também do ateísmo. Pretendia, seguramente, substituir o cristianismo durante a Revolução Francesa.

É bem certo que a descristianização da França, nessa época, tinha por motivação questões políticas e sociais, porém, aos poucos, foi-se desenvolvendo uma alternativa à Igreja e, aqui entrava o pensamento filosófico que levava ao culto da Razão. Culto esse declaradamente antropocêntrico que buscava a perfeição da humanidade através da Verdade e Liberdade. Esse objetivo, segundo o pensamento revolucionário, era conseguido pelo uso da faculdade da Razão. E, nós que cremos na Bíblia como Palavra de Deus, deparamos Cristo afirmando, segundo Jo 14, 6: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”. O apóstolo Paulo dizendo: “Onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade” 2 Cor 3,17.

Culto do Ser Supremo x Culto da Razão

É de se observar traços de fanatismo, tão deploráveis quando encontrados em seitas ou facções religiosas, nesse culto à Razão. Em verdade, encontra-se nessa prática o modo republicano de religiosidade. Deu-se ampla propaganda desse jeito de ser por Hébert e Momoro, principalmente, durante 1793. Declarava-se na época que havia apenas um Deus que era o Povo, um pouco diferente de que “tudo será Deus, exceto o próprio Deus”. Só que esse radicalismo, como é normal acontecer, acabou por afastar muitos jacobinos engajados, como foi o caso do famoso Robespierre.

É fácil distinguir dois aspectos nessa campanha: o primeiro é destruidor e, depois que faz tábula rasa das religiões instituídas é compensado pelo segundo, isto é, a tentativa de implantar um novo culto cívico, o da Razão. Classificamos no primeiro o fechamento das igrejas (quase total na primavera do ano II), o confisco da prataria (enviada à Convenção) e a retirada dos sinos para a fabricação de canhões. A destruição dos objetos sacrados – “brinquedos do fanatismo e da superstição” – suscitou autos de fé em mais de um lugar e justificou a acusação de vandalismo, um neologismo criado pelo abade Grégoire para designar essas práticas.

VOVELLE, M.

Robespierre, efetivamente, repudiou oficialmente esse culto da Razão, quando no Poder, substituindo-o pelo Culto ao Ser Supremo, religião deísta que vigoraria em toda a França. Apesar do deísmo não negar Deus, afasta-O do homem, numa concepção panteísta, conforme adotado pela Maçonaria. Combate qualquer religião organizada, principalmente, o cristianismo e dentro deste, o catolicismo por ser a que mais se destaca. Clemente XII em 1738 condenou o deísmo. Esse ódio a toda e qualquer religião, especialmente, contra o cristianismo em Voltaire era pensamento obsessivo. O culto pretendido por Robespierre rejeitava o ateísmo contido no Culto à Razão, exaltava a vitória da razão e da consciência . Para impor a nova religião foram levado à guilhotina todos os líderes mais influentes do culto anterior: Hébert, Momoro, Ronsin, Vincent entre outros.

Não é por acaso, então, que a História consagrou o período em que Robespierre, guindado ao Poder pelo Comitê de Salvação Pública, como o Período ou Reino do Terror, entre 1793 e 1794. Durante o período muitos (de 16.000 a 40.000 pessoas) foram guilhotinados, igrejas apedrejadas, padres forçados a abdicar, imagens religiosas destruídas e o culto religioso proibido. A guilhotina que funcionara eficazmente nas mãos de Robespierre, não lhe poupou o pescoço quando uma ágil artimanha da Convenção, o derrubou juntamente com o seu partido. Pena de talião é o que lhe foi imposta, bem como a outros do partido jacobino.

Catolicismo após a queda de Robespierre

Os que derrubaram Robespierre em 27 de julho de 1794, data designada como Termidor pelo calendário da Revolução, também eram anticlericalistas e perseguidores. Eram representantes da alta burguesia. Deu-se, então, uma confusão no que concerne à religião e espiritualidade, culminando com a Convenção Termidoriana que previa o retorno da liberdade de culto, totalmente negada durante o Período do Terror. As assembleias do Diretoria (nome do regime sucessor) ora proibiam e perseguiam os que praticavam o culto, ora permitiam. Tal situação perdurou de 1795 a 1799, fim da Revolução Francesa.

O cenário só seria alterado quando Napoleão Bonaparte e o papa Pio VI assinaram a concordata que estabelecia um relacionamento entre o Estado e a Igreja. Restabeleceu as velhas práticas do “Regalismo Galicano”. O Consulado é quem nomeava os bispos e não a Igreja que não obtivera a restituição dos territórios em Avignon e os bens confiscados. Em 1805 Napoleão Bonaparte extinguiu o calendário republicano criado para diminuir e até ridicularizar a Igreja Católica.

Cronologia dos fatos que afetaram a Igreja Católica

Ei-los, na ordem:

04/08/1789 – Abolição dos direitos feudais e supressão do dizimo.
02/11/1789 – Confisco dos bens do clero para saldar déficit nacional.
12/07/1790 – Aprovada a Constituição Civil do Clero.
26/11/1790 – Decreto fixando o prazo de dois meses para o juramento dos padres em exercício à Constituição.
03/1793 à 03/1796 – Revolta da Vendéia e guerrilha camponesa dos Chouans
07/11/1793 (17 de Brumário do ano II) – Abjuração do bispo de Paris, marca o inicio da descristianização.
21/11/1793 (1 de Frimário do ano II) – Intervenção de Robespierre, refreando a descristianização violenta.
24/11/1793 (4 de Frimário do ano II) – Convenção Nacional adota o Calendário Republicano, determinando a data de 22/09/1792 como inicio do ano I da Republica.
07/05/1794 (18 de Floreal do ano II) – Relatório da Convenção que define as relações entre Estado e Igreja.
27/07/1794 (09 de Termidor do ano II) – Queda de Robespierre , sucedido por anticlericais que haviam participado da descristianização violenta.
18/08/1797 à 17/09/1797 (Frutidor do ano V) – Inicio da política de perseguição religiosa.
07/1801 – Concordata assinada entre Napoleão e o Papa Pio VI.
31/12/1805 – Abolição do Calendário Republicano por Napoleão.

Significado histórico da Revolução Francesa ao Cristianismo

Uma reflexão crítica atual sobre a Revolução Francesa e alguns aspectos nela observados, considerando-se toda a narrativa desenvolvida:

A Revolução não foi um acontecimento que apenas pertence ao passado da França. Ela extrapolou de longe os limites de tempo e espaço dentro dos quais historicamente se situa. Atingiu nossos dias e deixou vestígios que hoje pertencem de maneira irrevogável à sociedade moderna. Inaugurou conquistas duradouras no campo sociopolítico e cultural-religioso do homem ocidental. Seus reflexos na História da América, e dentro desta da do Brasil, são mais do que evidentes. Ressalte-se ainda que ao bater-se contra toda a prepotência a Igreja Católica prezou e pregou a liberdade de consciência, pelo direito de qualquer homem prestar culto a Deus segundo as suas convicções, o que tem reflexo decisivo na formação da moderna sociedade.

A Revolução causou uma verdadeira reviravolta na época de transição do século XVIII para o século XIX, abalando profundamente os alicerces da sociedade ocidental. Pensamos poder sintetizar seu significado histórico para o cristianismo em três pontos básicos:

1. Descristianização

Este termo ambíguo e enganador dever ser empregado com bastante cautela. Efetivamente, a Revolução Francesa não destruiu a secular tradição cristã, profundamente arraigada nas mentalidades e nas instituições do Velho Mundo. Ela abalou, isso sim, a concepção de “cristandade”, uma forma concreta e contingente do cristianismo, consagrada na Idade Média. Além disso – não podemos ignorá-lo – questionou também o cristianismo em si, levado por uma mentalidade tipicamente iluminista; na qual a razão ocupa o lugar da fé e da autoridade.

Podemos considerar o evento revolucionário de 1789 como um movimento de “catástrofe” e de “crise”. Pôs fim a modelos medievais de vida, expressos em estruturas feudais da sociedade, com suas respectivas “ordens” e privilégios sociais. Purificou o cristianismo de muitas excrescências históricas que haviam obscurecido a verdadeira missão da Igreja e de seus ministros, obrigando-os a redimensionar a fé numa nova conjuntura sócio-política.

As perseguições às quais foi submetida, ajudaram a Igreja a redescobrir sua missão religiosa. Assim, o sofrimento, o despojamento e o exílio contribuíram para uma autêntica renovação evangélica. De fato, foi através da dolorosa experiência revolucionária que o catolicismo recuperou sua energia para responder às novas necessidades que a modernidade iria colocar, descobrindo que nenhuma aliança com os poderes do mundo pode garantir o cumprimento da missão essencial que Cristo confiou à sua Igreja. O vinho novo já não mais poderia ser colocado em odres velhos!

2. A secularização

O mundo que nasce da Revolução Francesa se mostra mais independente em relação ao cristianismo e não aceita ser tutelado pela Igreja. Enfatiza-se o valor intrínseco das realidades terrestres que dispensa uma “bênção do sagrado”. Uma progressiva laicização da sociedade é inevitável. Trata-se de um lento processo, iniciado nos albores da Idade Moderna, mas que recebe forte impulso e configuração história mediante a Revolução de 1789. Igreja e Estado se separam e, às vezes, se negam mutuamente, embora, ainda durante muito tempo, a teoria das “duas sociedades” em perfeita harmonia, com a restauração da aliança “trono-altar”, constitua um ideal que historicamente já se tornara inviável e anacrônico.

A visão mais secular da sociedade que a Revolução Francesa levou a termos práticos, tem sido objeto de duras e perseverantes críticas por parte dos apologistas católicos, sobretudo em ambientes intransigentes do século XIX. Valores que, em si, possuíam um conteúdo evangélico e poderiam ter sido incorporados no patrimônio secular do cristianismo, foram atacados com “intrinsecamente maus e perversos”. A Revolução Francesa seria, segundo os católicos intransigentes, a última etapa da longa apostasia da sociedade moderna, iniciada com o Renascimento, desenvolvida com o Protestantismo e ideologizada com o Iluminismo.

Há quem assegure que a Declaração Universal dos Direitos do Homem, deve mais ao breve Quod Aliquantum de Pio VI ao clero refratário, aos camponeses humildes da Vendeia do que, propriamente, à Revolução Francesa. A tentativa revolucionária de sacralizar o Estado, destruindo o cristianismo, provocou reações, fatalmente, inesperadas pelos promotores da Revolução. A defesa da integridade do catolicismo revelou e deixou o legado da irrenunciabilidade à dignidade da pessoa humana que é ponto alto até hoje do Catolicismo.

3. Pobreza e despojamento

A Igreja sai da Revolução despojada e pobre. Durante o período revolucionário foi sujeita a todo tipo de manipulação: desde as tentativas forçadas de colocá-la em harmonia com “a nova ordem”, mediante o projeto da Igreja Constitucional, até a separação radical, passando pela experiência de cultos republicanos que pretendiam substituir a religião do “fanatismo” e da “superstição” pela religião oficial.

A Igreja sobreviveu à tormenta, à violência da perseguição, à pobreza a qual fora reduzida e a perda de prestígio político que sofreu, porém, tudo isso a preparou para um real reavivamento da fé, livre de qualquer apoio oficial. Iniciava-se uma longa e penosa caminhada em busca de uma verdadeira identidade e missão evangélica num mundo em profunda mudança. E, ano final, ganhou aquilo com que se constrói a Igreja em toda a sua História, desde o início: mártires, milhares de mártires, cujo sangue, seguramente, não foi derramado em vão, servindo de testemunho às gerações futuras.

O novo tempo ditado pela Revolução Francesa

Como finalização, tomamos o início do terceiro período da História da Igreja, Vol 3, Idade Moderna – sob o título de relance sintético, que afirma:

O lapso da história da Igreja que nos é mais próximo, abre-se com a catástrofe da revolução francesa, acontecimento político de enorme importância. Ele representa a conclusão do desenvolvimento histórico precedente e ao mesmo tempo o início de organizações estatais e sociais completamente novas, nitidamente destacados do passado. Na França, a monarquia, o feudalismo e a organização eclesiástica foram destruídos.

BIHMEYER,K; TUECHLE. H.

Com essa transcrição literal, dá-se razão ao conceito de revolução externado por Hannah Arendt. Não há condições de retorno. Encerra uma etapa, abre-se outra, totalmente nova. Assim foi a Revolução Francesa. Nela a Igreja Católica foi um dos alvos atingidos. No entanto, não sucumbiu. Permanece firme ratificando a certeza de que nela subsiste a verdadeira Igreja de Cristo!

Estudar História. Aprender Teologia. Fazer Revolução

E cá estamos nós, estudando Teologia e História da Igreja Católica, infringindo a linguagem da metodologia científica com manifestações de não conformidade e palavra de engajamento e protesto. Aprendendo mais, para melhor servir a Cristo cujo rosto se encontra estampado no tecido social roto e rasgado que a sociedade quer ignorar e extirpar e nós, cristãos convictos, sentindo-nos impotentes ante as estruturas injustas com as quais, lamentavelmente, convivemos num desconforto insistente. Sem protestar, sem gritar a plenos pulmões! Protesto e grito para mudar: Mudar, reformar, fazer movimento de revolução, tão necessário e que transforme a face da Terra!

“Torrar” mais de 40 bilhões de reais num evento esportivo que logo passa é incompreensível. Poderia fazer-se um esforço para diminuir a falta de moradias a pessoas de baixa ou nenhuma renda. Não importa a cor dos panfletos – azul e amarelo ou vermelho, com ave ou estrela como símbolo. Importa sim, a busca permanente do bem comum! Em 1789 a queda da Bastilha se fez sentir em todo o mundo. A queda da injusta imposição de um órgão supranacional esportivo é praticamente impossível ante a submissão do mundo todo numa conjunção estranha de interesses.

“Quem sabe faz a hora não espera acontecer” canto esquecido, letra de música para ser apenas cantarolada. Consciências anestesiadas: a História há de registrar esse descalabro!

Bibliografia (de toda a pesquisa)

Livros:
BIHMEYER,K.; TUECHLE, H.; MONS. CAMARGO, P. F. da Silveira. HISTÓRIA DA IGREJA. Vol. 3º. São Paulo: Edições Paulinas, 1964..
BLAYNEY, G. Uma breve história do cristianismo. 1. ed. São Paulo: Editora Fundamento Educacional Ltda., 2012.
FLAKE, Otto. Revolução Franceza. Tradução de Alcides Rossler. Porto Alegre: Edição da Livraria do Globo, 1937.
KNOWALES, M.D. Nova História da Igreja – IV. 2.ed. Sob direção de L.J. R. Aubert. Petrópolis: Editora Vozes, 1984.
MATOS, H. C. José. Hstória do Cristianismo – Estudos e Documentos – vol IV. Belo Horizonte, 1990.
RIBARD, André. História do povo francês. Tradução de Elias Chaves Neto. São Paulo: Editora Brasiliense Limitada, 1938.
SABORIT, I. Terradas, Religiosidade na Revolução Francesa. Rio de Janeiro: centro edelstein de pesquisas sociais, 2009.
VOVELLE, M. A Revolução Francesa, 1789 – 1799; Tradução de Mariana Echalar. São Paulo: Editora Unesp, 2012.

Web-sites:
FABER, Marcos. História dos Partidos Políticos na Revolução Francesa. Disponível em HTTP://www.historialivre.com/contemporanea/partidos_politicos_franca.pdf.. Acesso em 19.abr.2014..
FIGUEIRAS, André. TOMAZINE, Daniel. CASAZZA,Ingrid. A Revolução Francesa e a Religião Católica.Disponível em www.historia.uff.br. Acesso em 26.abr.2014.
JORGENSEN, Diego de Quadros. Os caminhos do sagrado e a construção da modernidade jurídica. Disponível em
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/handle/1884/31053. Acesso em 26.abr.2014.
SEABRA, Pe. João. Disponível em http://tubadocabo.wordpress.com/2011/01/11/catolicismo-e-revolucao-francesa Acesso em 01.maio.2014.

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