O Livro do Apocalipse (Pt 9)

Areopago-Jairo-Apocalipse-9

Esta é a nona parte [a última] do estudo do livro do Apocalipse. Para uma melhor compreensão do todo, sugerimos acompanhar as demais partes indicadas e numeradas abaixo. Bom proveito!

Ap 21-22
“Faço nova todas as coisas!”
A preparação final para a grande festa, o sonho do Povo de Deus!

O mundo novo possui uma primeira qualidade: vem do céu e é inteiramente novo (21,2). Há uma descontinuidade com o mundo antigo. É uma nova criação, inteiramente gratuita, cuja origem está no poder de Deus.

Essa novidade se refere à Aliança, ou a união das pessoas com Deus. A Nova Jerusalém, a Noiva enfeitada para o Noivo, é a Humanidade inteiramente renovada, que irá unir-se definitivamente com o seu Esposo, o Cristo Ressuscitado. É a Esposa do Cordeiro que viverá de sua vida (22,9).

Esta união contém alguns elementos fundamentais:

  • é a presença de Deus que se comunica com as pessoas: Deus se dá em comunhão e habita com eles (v.3);
  • realiza-se a união plena da Aliança, cuja fórmula é relembrada: a união se realiza pelo Deus-com-ele, o Emanuel, que se assegura a presença de Deus entre os homens (v.3);
  • não existe mais sofrimento ou privação (v.21,4.22,2-3);
  • a Vida é comunicada plenamente e as pessoas tornam-se filhas e filhos de Deus, participação do seu próprio ser (v.7)

Esta cidade nova é divina. A sua característica consiste em estar penetrada e ser luminosa pela própria Glória, ou o Ser de Deus (vv. 9-11). A humanidade inteiramente divinizada poderá, então, unir-se plenamente ao Ressuscitado, o seu Esposo. Essa humanidade é universal, composta de povos oriundos de todos os recantos do mundo: as tribos de Israel representam a universalidade, e o nome dos doze Apóstolos indica que se trata do ponto de chegada da humanidade, cuja reunião em Igreja tinha por fundamento os Apóstolos. A unidade, a catolicidade e a apostolicidade chega à plenitude.

A Cidade Nova realiza o universalismo ideal: não há mais diferenças, e todos se unem numa só vida. Nela são assumidas todas as riquezas das civilizações e das culturas dos povos.

Outra característica principal está na participação do próprio ser divino. É perfeição harmônica (vv15-17) e esplendorosa, como o próprio ser de Deus (vv. 18-21). E representa o ápice da atividade humana levada à perfeição. A forma arquitetônica e as medidas evocam essa perfeição da ciência, da arte, da cultura. Nela os valores são assumidos e transformados na sua plenitude (cf. a Constituição Pastoral Gaudium et Spes sobre a Igreja no mundo atual, nn. 38-39. CVII). Realiza a figura da harmonia na humanidade. Encontram-se aí todas as riquezas da criação e todos os povos em um só, participando da perfeição do próprio ser de Deus e do Ressuscitado.

O seu esplendor, descrito materialmente pela riqueza das pedras preciosas, só pode ser evocado, mas a perfeição que aí existe é de uma beleza inefável, pois o bem em plenitude se torna o belo que se comunica e se extasia.

Não há mais templo, nem mediação alguma (vv. 22-23), todas as mediações necessárias para constituir um povo (clero, sacrifícios, rei, classes…) não existem mais, existe somente o povo, régio e sacerdotal, participando diretamente da Sabedoria de Deus e de Cristo. Deus é tudo em todos, e é a unidade de todos sem distinção, sem intermediário.

É a humanidade ideal que os povos procuram em suas organizações e mediações, é a comunhão plena na verdade e no amor de uns pelos outros, sem nenhuma coerção, lei ou instituição. É simplesmente a união e a comunhão com a Vida de Deus e do Ressuscitado.

Para lá, portanto, como numa peregrinação para o Templo de Jerusalém (vv. 24-26), afluem todos os povos com suas riquezas e glórias. Mas irão entrar tão-somente os santos, pois a Nova Jerusalém é a plenitude da Humanidade Santa, participando da Santidade do próprio Ser de Deus.

No interior da cidade está o mistério da Vida em plenitude (22,1-5), as pessoas vêem a Deus diretamente, e com ele vivem a sua vida imortal. O novo Adão (Ressuscitado) leva a Nova Eva (Humanidade) a comer o fruto da Árvore da Vida, que está no meio do Jardim do Éden, comunica-lhe a sua própria vida imortal.

Assim, no centro deste mundo totalmente novo está o Deus Pai, Filho e Espírito Santo. O Espírito Santo, como um rio que sai do trono de Deus e do Cordeiro, procede do Pai e do Filho, e comunica a plenitude da vida aos que vivem na unidade (22,1-2). Nessa comunicação plena podem os homens possuir a mesma vida, numa visão imediata do ser de Deus e do Ressuscitado (22,3) sendo divinizados pelo Nome Divino que está inscrito nos seus próprios seres (22,4).

A Nova Jerusalém pertence ao futuro, não se manifestou ainda, mas é uma promessa de Deus, que ativa todas as comunidades humanas. É o modelo no qual todas as cidades, e a humanidade inteira, deve se transformar (Ap 3,12).

Há uma descontinuidade com o mundo atual e com a vida dos povos. Contudo, existe uma certa continuidade, este mundo novo já pode ser vivido aqui na história; há uma realização misteriosa e antecipada dessa Nova Jerusalém, na comunidade que é a Igreja, una, santa, católica e apostólica. A tarefa das comunidades eclesiais consiste, pois, em ir transformando as comunidades, os bairros, as cidades, o país, na medida em que forem realizando esses elãs mais profundos da vida eclesial: a apostolicidade, a catolicidade, a santidade, a unidade e a comunhão.

A salvação só vem por Jesus Cristo, por isso os cristãos constantemente esperam sua vinda. Não se trata de um anúncio neutro e simplesmente explicativo de sua missão. Ele vem interpelar as liberdades para transformá-las, é nessa decisão livre que se dá o encontro com ele, e se realiza a sua presença salvadora. Por isso, o Apocalipse termina com uma súplica por essa vida.

Toda a mensagem cristã está suspensa na promessa da Vinda de Jesus; Ele próprio, no momento em que foi julgado pelo conselho no Sinédrio, anunciou solenemente a sua Vinda (Mc 14,62).

Esta promessa possui um conteúdo denso, que significa toda a realidade de missão de Jesus e o advento do Reino de Deus. Num primeiro momento, no entanto, cristãs e cristãos esperavam essa vinda de maneira imediata e material: o Senhor virá em breve, iremos nos encontrar com Ele nas “nuvens”.

Entretanto, com o decorrer dos anos foram percebendo toda a dimensão e significado da promessa de Jesus, Ele vem como Palavra que comunica seu Espírito e converte; vem para aqueles que o aceitam e o amam; esta é a sua grande manifestação, na qual se dá a presença de toda a Trindade (Jo 14,20-24). Ele vem para julgar e revelar o amor do Pai e provocar a conversão. Essa é a vinda que os cristãos esperam no momento da perseguição. Jesus vai manifestar a força de sua verdade através do testemunho fiel de seus discípulos, pela “espada” da Palavra, vai destruir os poderes do mundo. O seu testemunho é o espírito da profecia. Assim, ele destrói o mundo antigo e constrói o mundo novo; vem e suscita a fé, a esperança, e faz viver de um amor novo.

Toda a mensagem termina, pois, com este apelo à esperança confiante. A Igreja toda espera pela manifestação de Jesus, toda a sua vida e missão dependem desta Vinda. Sem a presença ativa e transformadora do próprio Jesus, a comunidade não teria nem força e nem sentido. Estaria vencida pelo espírito do mundo. A sua salvação está no Cristo que vem!

Uma reflexão final

O povo quando perseguido e sem ter quem o defenda, cria a sua própria defesa. Ele sabe encontrar os meios de resistência para não se perder no caminho. Foi o que fizeram o povo camponês das aldeias da Judéia quando na época do Macabeus, se viu marginalizado por todos, ameaçado de perder tudo. O sistema opressor aumentava sobre ele sua dominação e seu controle. Usava inclusive a religião como instrumento legitimador da exploração, como aconteceu (acontece) com os povos originários do Brasil, com os negros. Mas na mesma medida em que era abafado e perseguido, o movimento profético popular crescia, se organizava e encontrava novas formas de expressão e de luta para defender a identidade e os direitos dos pobres. Assim surgiam as novelas populares, como por exemplo Rute, Jonas, Judite, Ester (interessante que, com exceção de Jonas, são todas mulheres). Surgiu, sobretudo, o movimento apocalíptico, esse movimento é como que uma nova manifestação do Espírito da profecia popular.

A profecia popular, entendida como defesa dos direitos e da identidade dos pobres, e como o perfume. Antes do cativeiro, ele estava dentro do frasco da fala e do testemunho dos grandes profetas e profetisas que, como porta-vozes do povo explorado, enfrentavam os donos do poder. Eles abriram o frasco e espalharam o seu perfume, defendendo e animando o povo explorado. O exílio do Século VI a.C. quebrou o frasco e o perfume se derramou no meio do povo. Desapareceu o frasco, mas não desapareceu a profecia. Pelo contrário, ela continua a existir, bem mais forte, bem mais variada e bem mais espalhada do que antes, no meio do povo!

Diante do grande Império helenista, os pobres estão sem poder num mundo que os ameaça, já não tem onde se agarrar. A eles já não resta nenhum recurso, só Deus mesmo. Como repetem até hoje. O mundo em que vivem se tornou hostil para os pobres. Já não é sua casa, eles já não têm defesa, o medo toma conta, tudo é interpretado como ameaça, é a irrupção do caos que ameaça, até o cosmos. Mesmo assim, sem ter onde agarrar, os pobres continuam acreditando que Deus é o Dono do mundo, o Senhor da história, que saberá realizar o seu projeto. A fé no mesmo Deus dos profetas assume agora a forma de entrega e de abandono de quem crê na promessa. É a teimosia da fé dos pequenos que assim se expressa. E esta fé, além de teimosa com sinais concretos, que nasce o mundo visionário do movimento apocalíptico com a sua abundante literatura.

Na história dos Impérios, a religião sempre foi usada para legitimar o poder dos grandes que pretendem controlar o acesso a Deus (algo parecido com o que estamos vivenciado nos dias atuais). O Apocalipse é a expressão do movimento popular que conseguiu quebrar esse monopólio dos poderosos. Nunca é demais lembrar que o movimento apocalíptico nasce do lado de quem sofre a história e não do lado de quem, pretende, conduzi-la. Verbaliza a experiência dos pobres, oprimidos, excluídos que não têm poder e que apesar de sua impotência diante do rolo compressor do Império, não entregam nem perdem a esperança. O movimento apocalíptico surge do lado de quem está enfraquecido, mas quer continuar a crer. Nasce dentro do medo do caos como tentativa de manter a fé no Deus dos Pais e dos Profetas. A sua origem está nos porões (na senzala, nos cortiços, nas favelas) da humanidade, onde vive o povo pobre, marginalizado e excluído. É a profecia em época de Império. Como os antigos profetas, ela arranca a imagem de Deus da mão dos grandes e a devolve aos pequenos. Para o Apocalíptico, os opressores do povo, por mais que gritem e explorem, já perderam! Mesmo que, por algum tempo, o povo ainda deva continuar a sofrer. Pouco importa. Deus já ganhou! As coisas vão mudar, porque “Deus é o Senhor!”

A tragédia acontece quando este livro, nascido a partir da teimosia da fé dos pequenos e em defesa dos pequenos, começa a ser lido e interpretado a partir dos interesses dos grandes e poderosos. Então, aquilo que era ameaça e castigo para os opressores, torna-se instrumento na mão dos perversos para ameaçar, amansar e controlar os pequenos, os humildes, os simples. Aqui está a causa escondida da maior parte dos equívocos, mal-entendidos e problemas que surgem na interpretação do Apocalipse.

Uma observação: O Livro do Apocalipse de João, não deve ser confundido com a Escatologia, que é o estudo do Fim dos Tempos, da Parusia de Jesus Ressuscitado. O estudo da Escatologia trata de como a Igreja entende o que se dá após a morte física de cada pessoa, eventualmente o Livro do Apocalipse de João possa dar uma mínima contribuição para a formulação da doutrina da Escatologia, mas não serve de base para compreensão total de como a Igreja interpreta a vinda do Senhor Jesus no final dos tempos.

No entanto lembremo-nos que Jesus mesmo disse que estaria conosco até o fim do mundo (cf Mt 28,20).

Finalmente o final

Percorremos o livro todo, de ponta a ponta, capítulo por capítulo. O título geral deste livro poderia ser: Apocalipse de João: Esperança, Coragem e Alegria.

  • Eis a tenda de Deus com suas filhas e seus filhos;
  • Ele vai morar com todos;
  • Eles serão o seu Povo e Ele, Deus com eles, será o seu Deus;
  • Ele vai enxugar toda lágrima de seus olhos;
  • Pois nunca mais haverá morte;
  • Nem luto, nem grito, nem dor!
  • Sim! As coisas antigas desapareceram;
  • Eis que faço nova todas as coisas;
  • Amém! Vem, Senhor Jesus!
  • Amém! Maran-athâ

SÍMBOLOS

Símbolo é uma palavra que, como muitas outras, herdamos da língua grega: Συμπαλό, sym-ballô que significa juntar, associar. O seu oposto é
διάβαλο, dia-ballo que quer dizer separar, dividir. Daqui vem a palavra diabo, aquele que separa, divide.

O símbolo é uma chave que nos ajuda a ler a realidade de uma maneira mais profunda, ler a realidade com os raios X. Sua força está na capacidade de evocar e desvendar, de acordar a criatividade.

O símbolo junta dois elementos que se iluminam reciprocamente, por exemplo, a cor branca é associada à paz; a cor vermelha, ao amor. Quando nós chamamos alguém de víbora, queremos dizer que essa pessoa é enganosa. É claro que isso depende muito da cultura, do clima da região, da tradição e de outros fatores;

O símbolo atua nas pessoas sem estas se darem conta. Basta pensar nos efeitos das propagandas, por isso, ela sempre foi importante, porque ela faz passar a ideologia através dos costumes, do comércio, da moda, da religião, da música…

Usando vários símbolos, pode ser elaborada uma visão. Vimos isso no livro do Apocalipse, isso nos dá um alerta: nunca se fixar num símbolo, nos particulares de uma visão, mas ir além, acordar a criatividade e perceber o que o símbolo, o conjunto de símbolos ou a visão querem evocar.

A descrição de uma visão é usada para várias finalidades: comunicar uma experiência de modo que quem a escuta ou a lê participa dessa experiência; comunicar esperança; ajudar a ler a realidade em profundidade.

A origem dos símbolos presentes no livro do Apocalipse vem de três fontes: a natureza, a vida e a história do Povo de Deus. Às vezes, elas se misturam entre si. Por isso, é difícil de cataloga-las. Vamos elencar algumas que são mais significativas ou enigmáticas:

Números:

3 = Santidade, superlativo hebraico, 3 vezes Santo.

4 = os cantos da terra; os elementos do universo: água, fogo, terra e ar;

5 = Livros da Torah;

6 = não alcança 7, imperfeito; (666 é o máximo da imperfeição);

7 = 3+4 = plenitude, perfeição, totalidade;

12 = 3×4 = número de perfeição e totalidade plena, no livro do Apocalipse, indica o povo perfeito: 12 tribos em Israel, 12 apóstolos

24 = 12×2 = os anciãos; o povo do AT e do NT, a totalidade do Povo de Deus.

42 = quarenta e dois meses, três anos e meio, 1260 dias, metade de sete anos, é o tempo controlado por Deus.

12×12 = 144 = sinal de grande perfeição e totalidade.

1000 = indica um prazo de tempo comprido e completo, não o tempo Cronos, mas o tempo Kairós.

Elementos da natureza:

Sol e Lua = a criação servindo ao Povo de Deus;

Mar = o caos primitivo, símbolo do mal;

Eufrates = região de onde costumavam vir os invasores;

Palma = triunfo, martírio;

Animal:

Águia = imagens usadas para indicar proteção (Ex 19,4; Dt 32,11);

Gafanhotos = invasores estrangeiros;

Escorpião = perfídia, traição, morte;

Sapo = animal impuro, símbolo persa da divindade das trevas;

Chifre = poder, em particular do rei;

Corpo:

Cabelos brancos = símbolo de eternidade, sabedoria;

Pés de bronze = firmeza, estabilidade;

Mulher em Ap 12 = povo santo dos tempos messiânicos; as comunidades em luta, o Povo de Deus na história, nova Eva;

Prostituta = infidelidade, idolatria;

Virgem = rejeita infidelidade e a idolatria;

Coisas da vida:

Linho puro: a conduta justa das cristãs e cristãos;

Livro: o plano de Deus para a história humana;

Selo: segredo;

Incenso: a oração dos santos que sobe até Deus;

Monte Sião: lugar onde se encontra o Templo, o Trono de Deus.

Apêndice

As sete bem-aventuranças, ou felicidades, mostra que a felicidade anunciada e prometida é fruto, ao mesmo tempo, da gratuidade de Deus e da fidelidade do povo.

Quis deixar este setenário para o final, para que o sabor de vitória sobre o mal, o fortalecimento da fé e da esperança, ficassem bem gravados no coração e na mente de vocês, para que pratiquem, assiduamente, seu discipulado-missionário.

O setenário das bem-aventuranças

  • “Feliz o leitor/a e os/as ouvintes das palavras desta profecia, se observarem o que nela está escrito, pois o Tempo está próximo” (1,13).
  • “Felizes os mortos, os que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, que descansem de suas fadigas, pois suas obras os acompanham” (14,13).
  • “Feliz aquele/la que vigia e conserva suas vestes para não andar nu e deixar que vejam sua vergonha” (16,15).
  • “Felizes aqueles/las que foram convidados/as para o banquete das núpcias do Cordeiro” (19,9).
  • “Feliz e Santo/a aquele/la que participa da primeira ressurreição” (20,6).
  • “Feliz aquele/la que observa as palavras da profecia deste livro” (22,7).
  • “Felizes os/as que lavam suas vestes para terem poder sobre a árvore da Vida e para entrarem na Cidade pelas portas” (22,14).

Amém – Maranatha

Referências
AUTORIA COLETIVA. Evangelho de São João e Apocalipse, roteiros para reflexão IX. São Leopoldo: CEBI – Centro de Estudos Bíblicos. São Paulo: Paulus, 2000.
BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 2010.
BÍBLIA DO PEREGRINO. 2ª Ed. São Paulo: Paulus, 2006.
BORTOLINI, José. Como ler o Apocalipse – Resistir e Denunciar. 8ª Ed.São Paulo: Paulus, 2008.
BROWN, Raymond E. Introdução ao Novo Testamento. 2ª Ed. São Paulo: Paulinas, 2012.
CORSINI, Eugênio. O Apocalipse de São João. São Paulo: Paulinas, 1984.
FITZMEYR, Joseph A.; MURPHY, Roland E; BROWN, Raymond E. (Orgs.) Novo Comentário Bíblico São Jeronimo: Novo Testamento e Artigos Sistemáticos. Santo André: Academia Cristã; São Paulo: Paulus, 2011.
MESTERS, Carlos. OROFINO, Francisco. Apocalipse. 2ª Ed. São Paulo: Fonte editorial; Aparecida: Santuário, 2013.
TUÑI, Joseph-Oriol. XAVIER; Alegre. Escritos Joaninos e cartas católicas. 2ª Ed. São Paulo: Ave Maria, 2007.

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